A quitina, que ocorre na natureza como macrofibrilas ordenadas, é o principal componente estrutural nos exoesqueletos dos crustáceos, caranguejos e camarões, bem como nas paredes celulares dos fungos.
Onde se encontra a quitina?
2.1.
A quitina é um polissacarídeo nitrogenado branco, duro, inelástico e o segundo biopolímero mais abundante (depois da celulose) encontrado nos exoesqueletos de caranguejos, camarões, insetos, e até mesmo nas paredes celulares dos fungos.
Em que células a quitina é encontrada?
A quitina, um homopolímero β1-4 de resíduos de N-acetilglucosamina, é um componente essencial da parede celular de fungos, compreendendo aproximadamente 10% dos componentes da parede celular. A quitina também está presente em muitos organismos além dos fungos, e tem sido estudada de várias perspectivas, incluindo aplicações industriais.
Os humanos têm quitina?
Humanos e outros mamíferos têm quitinase e proteínas semelhantes à quitinase que podem degradar a quitina; eles também possuem vários receptores imunológicos que podem reconhecer a quitina e seus produtos de degradação em um padrão molecular associado ao patógeno, iniciando uma resposta imune.
O que é quitina e onde ela está presente nos fungos?
A quitina é um grande polissacarídeo estrutural feito de cadeias de glicose modificada. A quitina é encontrada nos exoesqueletos de insetos, nas paredes celulares de fungos e em certas estruturas duras de invertebrados e peixes. Em termos de abundância, a quitina fica atrás apenas da celulose.